
A Taxa de Consumo no setor supermercadista registrou em janeiro (deflacionado pelo IPCA/IBGE) crescimento de 12% na comparação com o mesmo período de 2020, de acordo com o Índice Nacional de Consumo dos Lares Brasileiros Abras, apurado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da entidade nacional de supermercados, divulgado nesta quinta-feira (11), em coletiva de imprensa online. Em relação a dezembro, o índice registrou queda de – 18,45%.
“Janeiro é um mês tradicional de férias e, mesmo durante a pandemia, muitas pessoas viajaram. Com as restrições de funcionamento de muitos estabelecimentos pelo Brasil, o setor, por ser essencial, foi uma opção na compra de diversos itens. Na comparação com dezembro, a queda de -18,45% foi impactada pela sazonalidade das compras de final de ano, considerado o melhor período de vendas dos supermercados”, declara o vice-presidente Administrativo e Institucional, Marcio Milan.
No mês passado, a Associação Brasileira de Supermercados divulgou a projeção da Taxa de Consumo do setor para o ano de 2021, de 4,5%.
Páscoa positiva
A Páscoa deverá ser positiva para o setor supermercadista, que projeta crescimento no Índice de Consumo de até 15% na comparação com 2020, de acordo com estudo realizado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (Abras).
“Em 2020 fomos pegos de surpresa com a chegada da pandemia e do isolamento social bem próximos da Páscoa. Esse ano o setor se preparou para as vendas em período mais remoto, e conta ainda com uma força maior do e-commerce que ganhou mais clientes durante a pandemia”, destaca o vice presidente Institucional e Administrativo da Abras, Marcio Milan.
Pandemia
Sobre o atual momento, o vice-presidente Institucional e Administrativo da Abras, Marcio Milan, afirma que o setor supermercadista segue atento ao avanço da pandemia da covid-19 no Brasil, e reforça que desde o início da pandemia os supermercados têm funcionado com muita responsabilidade no processo de prevenção e segurança de clientes e colaboradores. “Estamos vigilantes e seguimos firmes em relação às medidas de proteção estabelecidas pelos nossos protocolos, que foram elaborados com base nas orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e órgãos reguladores.”
*Com informações da ABRAS / Assessoria de Comunicação AMAS