• Institucional
    • Histórico
    • Diretoria 2026-2027
    • Contatos
  • Serviços
    • Assessoria de Comunicação
    • Assessoria Jurídica
    • Assessoria Contábil
  • Capacitação
    • Cursos & Treinamentos
  • Eventos
    • SuperAMAS’25
    • Feijoadamas
    • Café e Negócios
  • Galeria
    • Ver página
    • Fotos
    • Vídeos
  • Notícias
    • Todas notícias
    • Geral
    • Galeria de fotos
  • Associe-se
    • Benefícios
    • Associados
    • Seja um Associado
  • Contato
Área restrita
Área restrita
Fazer login

AMAS

  • Institucional
    • Histórico
    • Diretoria 2026-2027
    • Contatos
  • Serviços
    • Assessoria de Comunicação
    • Assessoria Jurídica
    • Assessoria Contábil
  • Capacitação
    • Cursos & Treinamentos
  • Eventos
    • SuperAMAS’25
    • Feijoadamas
    • Café e Negócios
  • Galeria
    • Fotos
    • Vídeos
  • Notícias
    • Geral
    • Galeria de fotos
  • Associe-se
    • Benefícios
    • Associados
    • Seja um Associado
  • Contato
  • Página Inicial
  • NOTÍCIAS
  • Geral

23 abril 2021, 16:19

O que falta para alcançarmos o futuro do varejo?

SA VAREJO

De acordo com Stenio Souza, CEO da Smollan iTrade, os requisitos para vitórias futuras passam por 4 pontos principais. Saiba quais são

Imagem reprodução SA VAREJO

Existe uma pergunta que perturba a todos os profissionais ligados ao trade marketing: se o futuro do varejo não é diferente do que sabemos, por que ainda não chegamos lá? Para Stenio Souza, CEO da Smollan iTrade , a resposta é clara: o varejo é um organismo vivo que se modifica o tempo todo. “Os consumidores ditam a regra da dança e o seu comportamento faz com que os varejistas tenham que estar prontos o tempo todo para a integração das lojas, do comércio eletrônico, da cadeia de suprimentos e do engajamento do shopper”, analisa o executivo.

Mas ele avisa: precisamos entender ainda que o varejo tem passado por um processo de transformação e trabalha diariamente para a implantação de modelos disruptivos que possam atingir de maneira clara e objetiva aos propósitos e objetivos das marcas. É um jornada importante, com a condição que resultem em processos exequíveis, que abram caminho para novas práticas que afetem com sucesso o relacionamento do consumidor com o negócio da empresa.  

Ele cita estudo realizado pela Edge Ascential, segundo o qual o online será responsável por 57% das vendas globais até 2025; a automação será a chave para a sobrevivência no novo mundo e a transformação em ecossistemas baseados em dados separará vencedores de perdedores.

“Desse modo, fica evidente a necessidade das marcas impulsionarem o investimento em direção a novos modelos de negócios, levando em consideração o fato de que a velocidade desses investimentos será um grande diferencial. Além disso, as marcas devem tratar os intermediários como clientes, porque assim, conquistam visibilidade e podem, na relação com os varejistas, garantir a disponibilidade na prateleira”, resume o CEO da Smollan iTrade, empresa internacional de soluções para o varejo.

Também fica evidente, segundo Stenio, que a pandemia trouxe uma nova realidade para o consumo e assim sendo, pode-se concluir que os consumidores que vivem em casa acabarão por romper com velhos hábitos. Mais tempo em casa significa mais foco nas necessidades domésticas, maior pressão para equilibrar o trabalho com a família, de forma que haja mais demanda por produtos e linhas de conveniência.

Por outro lado temos ainda a perspectiva econômica namorando com a insegurança constante, sem contarmos a maior expectativa dos consumidores no que tange os varejistas no campo da velocidade, valor e compromisso com a saúde e a sustentabilidade que seja capaz de apoiar um estilo de vida em mudança.

“As oscilações nas prioridades do consumidor serão mais profundas e frequentes e os requisitos para vitórias futuras passam por quatro pontos principais”, garante. O primeiro é que as lojas deixam de ser puramente transacionais para se tornarem centros sociais e experienciais, exigindo atualizações nas quais as marcas devem se incorporar. A pandemia elevou a disponibilidade e a segurança à lista de prioridades”.

O segundo ponto diz respeito ao comércio eletrônico que ganha uma parcela crítica do varejo, impulsionado pelo COVID-19 e ajudado pela expansão dos ecossistemas, exigindo novos recursos e ajustes estratégicos substanciais nos modelos de negócios.

O terceiro aspecto é a garantia de que o Fulfillment se torna mais rápido e flexível, exigindo que marcas vencedoras possam atender uma variedade de rotas aos consumidores com rapidez e agilidade de estoque.

E por fim, a comunicação com os compradores é cada vez mais baseada em dados e pessoal. O desafio das marcas é encontrar os métodos de engajamento mais eficazes.

“Assim, essa visão macro mostra o quanto estamos longe de responder à pergunta feita no início desse artigo. Chegar lá não é uma possibilidade presente e sim uma meta que se altera a medida em que o varejo conhece os desejos e propósitos dos consumidores e necessita lançar mão de estratégias que levem ao sucesso”, recomenda Stenio Souza, CEO da Smollan iTrade.

Fonte: Portal SA VAREJO

A Associação Sul – Mato – Grossense de Supermercados é uma entidade de classe que congrega empresários de supermercados de todo o estado de Mato Grosso do Sul. Tem por princípio a defesa dos interesses dos associados e a profissionalização do setor, contribuindo no fortalecimento da economia regional

Seja um Associado

AMAS - Associação Sul-Mato-Grossense de Supermercados

Rua Delegado José Alfredo Hardman, 308
Jardim Veraneio Parque dos Poderes
CEP 79037-106
Campo Grande-MS
(67) 3356-4450

AMAS 2024 - Todos os Direitos Reservados - Design por Argo Soluções