- Mais de 180 mil vagas de emprego criadas;
- Consequências da pandemia nas indústrias;
- Confiança do consumidor sobe;
- Confiança do empresário desce
Brasil cria 184 mil vagas com carteira assinada em março, aponta Caged
O Brasil criou 184.140 empregos com carteira assinada em março deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira, 28, pelo Ministério da Economia. Em fevereiro, as contratações superaram as demissões em 395.166 vagas – número que foi revisado.
O resultado do mês passado decorreu de 1,608 milhão de admissões e 1,423 milhão de demissões. Em março do ano passado, em meio às medidas nacionais de restrição devido à primeira onda de covid-19, houve fechamento de 276.350 vagas com carteira assinada.
Índice de Confiança do Empresário do Comércio atinge menor nível desde setembro
Em dados divulgados nesta segunda-feira (26) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 6,4% de março para abril deste ano e chegou a 95,7 pontos. Essa foi a quinta queda consecutiva do indicador, que atingiu o menor patamar desde setembro do ano passado.
Indústria sente as consequências da pandemia em março
Vários setores da economia apresentam resultados negativos neste primeiro trimestre e a indústria recuou mais uma vez a intenção em lançar produtos. O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial para o mês de março apresentou queda de -9,8% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. No acumulado de 12 meses, o índice apresenta queda de -4,1%.
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Confiança do consumidor sobe 4,3 pontos em abril, diz FGV
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) subiu 4,3 pontos em abril, para 72,5 pontos recuperando 44% da queda sofrida no mês anterior. Em médias móveis trimestrais, o índice continua em tendência negativa ao cair 1,1 ponto.
Segundo a coordenadora das Sondagens do FGV/Ibre, Viviane Seda Bittencourt, a confiança dos consumidores ainda precisa ser avaliada com cautela pois a melhora foi influenciada pela diminuição do pessimismo das famílias em relação aos próximos meses mas sem a percepção de recuperação da situação atual por conta do cenário de agravamento da pandemia.
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