O entorno de uma loja em operação ou até mesmo de um ponto comercial em prospecção diz muito sobre o potencial de vendas. Afinal, é ali que o shopper reside, trabalha ou estuda. Nesta análise geográfica, também existe a possível presença da concorrência, que precisa ser mapeada para direcionar investimentos em regiões com oportunidades ainda não detectadas pelo mercado e com mais chances de bom faturamento.
Sem falar nos estudos de canibalização, imprescindíveis para redes com muitas lojas concentradas em determinadas regiões, que não podem – ou não deveriam – competir entre si.
É para auxiliar a pensar em todas essas complexas variáveis que existem softwares de inteligência geográfica, eles eliminam as decisões por feeling e ganham market share, com base em informações sólidas sobre consumo e competidores, possibilitando conhecer o perfil do shopper em cada quarteirão do País, entendendo seus hábitos, onde, como e por que ele consome determinados produtos e marcas.
Informações reais e atualizadas sobre renda, faixa etária, nível de instrução, concentração de pessoas e potencial de consumo para centenas de produtos e serviços direcionam as estratégias das redes supermercadistas, seja para expansão, atração de clientes ou sortimento de produtos.
As empresas passam a mirar investimentos com total segurança de retorno e aumentam a rentabilidade da operação em pouco tempo.
Com informações da SuperHiper
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