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Mercado espera manutenção da Selic em 6,5%, nesta semana

Mercado financeiro espera por manutenção da Selic

30-07-2018

Agência Brasil   

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam por manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 6,5%, nesta semana. O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reúne-se amanhã e quarta-feira (1º) para definir a Selic.

Em suas duas últimas reuniões, o Copom optou por manter a taxa em 6,5%, depois de promover um ciclo de cortes que levou ao menor nível histórico. Para o mercado financeiro, não deve haver alteração na Selic até o fim deste ano. Em 2019, a taxa deve subir e encerrar o período em 8% ao ano.

A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Juros altos - Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Em 2018, o centro da meta de inflação é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Para 2020, a meta é 4% e, para 2021, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

A estimativa de instituições financeiras para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país) este ano permanece em 4,11%. Para 2019, a projeção segue em 4,10. Também não houve alteração na estimativa para 2020 e 2021, que é 4%.

Atividade econômica - A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é mantida em 1,50% neste ano há duas semanas seguidas.

Para 2019, a estimativa segue em 2,50% há quatro semanas consecutivas. As instituições financeiras também projetam crescimento de 2,50% do PIB em 2020 e 2021.

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no fim deste ano e de 2019.

Fonte: Agência Brasil



Indicador da FGV mostra queda de incerteza na economia

Agência Brasil  http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/indicador-da-fgv-mostra-queda-de-incerteza-na-economia

 

O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 8,3 pontos de junho para julho e atingiu 116,8 pontos.

Apesar da queda, o indicador persiste na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos) pelo quinto mês consecutivo.
 
Os três componentes do indicador tiveram queda, com destaque para o item mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza na imprensa, que caiu 8,7 pontos.
 
O componente mercado, calculado com base na volatilidade do mercado de ações da Bovespa, teve queda de 3,7 pontos, enquanto o item expectativa, construído a partir das previsões de especialistas para a taxa de câmbio e para a inflação oficial, recuou 1,3 ponto.

Segundo Pedro Costa Ferreira, economista da FGV, os pontos principais de manutenção da incerteza elevada são as eleições presidenciais e o cenário externo.

Fonte: Agência Brasil

 

IGP-M, que reajusta aluguel, acumula 8,24% em 12 meses

Agência Brasil  http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/igp-m-que-reajusta-aluguel-acumula-824-em-12-meses

O Índice Geral de Preços–Mercado (IGP-M), usado no reajuste de contratos de aluguel, registrou inflação de 0,51% em julho, abaixo do 1,87% de junho deste ano e do 0,72% de julho de 2017.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice acumula inflação de 5,92% no ano e de 8,24% em 12 meses.

Inflação do aluguel foi de 0,51% em julho. Índice  acumula 5,92% no ano e 8,24% em 12 meses (Arquivo/Agência Brasil)

 A queda da taxa foi percebida nos três subíndices que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de 2,33% em junho para 0,5% em julho.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 1,09% em junho para 0,44% em julho. Já o Índice Nacional de Custo da Construção ficou em 0,72% em julho, ante 0,76% de junho.

Fonte: Agência Brasil

Confiança do empresário de serviços sobe de junho para julho

Agência Brasil  http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2018-07/confianca-do-empresario-de-servicos-sobe-de-junho-para-julho

 

O Índice de Confiança de Serviços, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,8 ponto em julho na comparação com junho. O crescimento veio depois de quatro quedas consecutivas.
 
Mesmo com a alta, o índice atingiu 87,5 pontos, segundo menor nível do ano. A confiança aumentou para empresários de 9 das 13 principais atividades pesquisadas.
 
O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, avançou 1,6 ponto, devolvendo a queda de junho, para 86,7 pontos.

Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança nos próximos meses, manteve-se relativamente estável ao variar -0,1 ponto, para 88,6 pontos, menor nível desde dezembro de 2016 (83 pontos).
 
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de Serviços, que havia atingido o menor nível da série histórica em junho, recuperou 0,6 ponto percentual em julho, indo para 81,7%.

Segundo o consultor da FGV Silvio Sales, a reação da confiança do setor de serviços em julho não foi suficiente para compensar a perda verificada em junho.

No início do segundo semestre, as empresas vislumbram um cenário de recuperação ainda muito tímido, o que deve estar relacionado à frustração com o fraco desempenho corrente e à elevada incerteza associada ao processo eleitoral, de acordo com Sales.

Fonte: Agência Brasil